Archive for Junho 2004
a maior zebra da história do futebol brasileiro

Flamengo 0×2 Santo André, no Maracanã, 72 mil pagantes. Santo André campeão da Copa do Brasil.
O maior rival do São Caetano faz em uma final a façanha que o São Caetano não conseguiu em três, duas de Brasileiro e uma de Libertadores.
pra ficar na história.
massa com amendoim
Esse blog inspira contos alheios, que maravilha! O que a Fernanda disse foi só mais um dos belos momentos desse dia. Um dia onde muita coisa deu certo, a bem da verdade. As aulas da manhã foram leves. A Ju não foi à aula pra terminar o livro, eu passei na casa dela e aproveitei pra dar uma relida nos polígrafos de semiologia enquanto ela fazia a arte-final.
Ao que ela mandou a obra pra gráfica, tri feliz, fomos almoçar no Ilha Natural, um restaurante vegetariano na Gen. Vitorino. Um dos meus pratos foi a iguaria de massa, amendoim, bife de proteína à milanesa e molhos, ao sugo e branco. MUITO bom. Cada vez eu sou mais fã da comida vegetariana.
Nada melhor do que começar bem uma semana que promete ser desgastante.
mea-culpa, agora em público.
Eu fui muito duro com uma pessoa que gosto. Não sei se foi defesa ou algum ressentimento mal-resolvido, mas certamente foi uma daquelas minhas atitudes infantis onde bato a cabeça na parede e depois peço desculpas. Mais uma vez eu peço desculpas. Não tenho direitos nem questionamentos sobre a felicidade de NENHUM dos meus amigos. Tem assuntos que precisam de momentos adequados pra serem discutidos.
comunidade:
a campanha assume dimensões MUNDIAIS agora.
música:
Led Zeppelin – todo o quarto álbum, mas especialmente When the Levee Breaks.
fato:
Lori Sandri demitido. Será que a direção do Inter quer ganhar alguma coisa? tomara.
não percam
edição 22 (número do código penal para insanidade mental) da .loja.do.subsolo com os dois contos vencedores do concurso Ecos do oitavo andar.
fim de noite
os meus fins de noite têm sido bizarros nos últimos anos.
ontem saindo do Guanabara Rocket (onde rolou o show atípico dos Semoventes; reencontrei o Luís Alexandre, grande amigo dos tempos de CAp com quem não falava há muito tempo; ouvi uma performance muito boa de November Rain da banda do Marcelo, namorado da mariana vampira, antiga amiga de ICQ; conheci a Cristina, que em breve será vista nos links e na FABICO) pensei em pegar um táxi para ir até a praça Parobé e pegar aquela lotação amiga que me deixa na frente de casa.
quando atravesso a rua, passa fincado um “madrugadão restinga” em direção ao centro e num daqueles impulsos sem noção, me largo correndo pra pegar o ônibus. Chego no coletivo.
“Vai pro centro?”. “Vai, vai. Pára na Borges”. Beleza, dali era só caminhar um pouquinho para chegar no terminal das lotações. Fui passar pela roleta. Dei dois reais pro cobrador. “Bah, não tenho moeda…deixa um pila aí e desce na frente”. Maravilha. Cheguei em casa pagando exatamente 3 reais e vinte centavos.
Vesgo de fome, resolvi preparar uma janta. Quatro e pouco da manhã, fiz uma miojo amiga e misturei queijo, uma mortadela temperada muito boa, mostarda e azeitonas. TRI bom. Mas fiquei sem condições físicas de lavar a louça. Pra não atolar a mãe de coisas pra fazer, botei o relógio pra DESPERTAR de manhã e acordei só pra lavar as panelas e pratos.
O dia que eu tiver carro e morar perto dos lugares onde vou, esses finais de noite não terão a mesma graça.
pra rir, ou pra chorar:
triálogo que minha irmã presenciou ontem:
1- Ah, com esse cara tem de ser tudo no inho…coitadinho, pequeninho, porque ele é baixinho…
2- É, tem de ser tudo no genuíno.
1- Ãh?
3- Não, não é genuíno, é gerúndio.
1- Que gerúndio? É DIMINUTIVO!
2- Ah, claro. Gerúndio é o filho da vaca.
3- Não seria novilho?
post da casa da julia
ouvindo neil young, natural beauty, pela terceira vez.
preocupado com os meus destinos nessa noite.
e completamente indeciso.
retificação
não vou à chinelagem hoje.
minha consciência bateu na porta e mostrou que seria uma INSANIDADE pegar dois ônibus até a FABICO sendo que eu passei quase meus dias inteiros por lá durante a semana, além de estar quase sem passagens.
i don’t care if monday is blue
dressed up to the eyes
it’s a wonderful surprise
to see your shoes and your spirits rise
throwing out your frown
and just smiling at the sound
and as sleek as a shriek
spinning round and round
always take a big bite
it’s such a gorgeous sight
to see you in the middle of the night
you can never get enough
enough of this stuff
it’s friday
i’m in love
A minha “friday in love” foi ontem, hoje ela provavelmente estará distante, o que tirará boa parte do gosto da festa onde vou à noite. Mas a música do The Cure com a letra supracitada, além de ter faltado na minha trilha sonora, é excelente para o dia de hoje, pois tem chinelagem acústica para acalmar a estafa de final de semestre.
sem comentários sobre o fato de não ter apresentado na aula de hoje após uma semana de estudo e do stress desnecessário de ontem à noite.
além do que eu gosto da ecleticidade dos leitores dessa página. Belas sugestões musicais nos comentários do post anterior. Um dia explicarei nessa página porque gosto de Bob Marley.
E recusarei-me ao MÁXIMO a explicar a história dos prendedores.
eu não quero dormir
então vou recomendar uma TRILHA SONORA para o final de semestre:
Pink Floyd – Breathe e depois Time: duas músicas que dão uma paz de espírito impressionantes. Refrões fáceis e de alta beleza melódica, bons para acordar cedo.
Stevie Ray Vaughn – Little Wing: no mesmo nível, mas para quem suporta um solo de guitarra de sete minutos.
Zeca Baleiro ou Gal Costa – A Flor da Pele: para pessoas sensíveis que ficam particularmente irritadas sob tensão.
Legião Urbana – Será: um exemplo de música visceral e fácil, daquelas que tu tem vontade de cantar gritando num momento qualquer de catarse (por exemplo, logo após o término de um trabalho exigente)
Jorge Ben – Magnólia: música meiga “Que que eu quero mais/ Se eu sei que a vida é bela e linda/ Que que eu quero mais/ Se eu sei que estou de bem com a vida”. Para pensar positivo.
Led Zeppelin – Going to California: porque além de ser o Led Zeppelin nosso de cada dia, é uma música pra lembrar das férias que estão porvir.
Bob Marley – Three Little Birds: “Baby don’t worry/ about the thing/ Cause every little thing/ Is gonna be alright”. Pra lembrar que no final tudo dá certo.
Se não gostou de NENHUMA dessas músicas, convoco o companheiro a fazer uma trilha melhor, isso é um blog, não uma revista de variedades. Ah: de preferência escreva a trilha nos comentários, pra mostrar que leu e se indignou.
da da da 3
eu de facto me RENDI à banda Los Hermanos. Já tenho três músicas deles nas minhas mp3, mais do que Marvin Gaye, Titãs e Oasis e o mesmo número de Doors, Nirvana, Smiths e Garbage.
São elas Último Romance, O Vencedor e Primavera. Boas. Tá, chega, daqui a pouco eu me rendo ao resto das modas fabicanas.
da da da 2
Up in smoke
that’s where my money goes
in my lungs
and sometimes up my nose
When troubled times
begin to bother me
I take a toke
and all my cares
go up in smoke
Up in smoke
Donde todo es libre
There are no signs
Que dice no fumer
So I roll un “bomber”
Y me doy, un buen toke-ay
Y despues I choke
Y todos mis cares
Go up in smoke
come on let’s go get high
Up in smoke
that’s where I wanna be
’cause when i’m high
the world below
don’t bother me
when life begins
to be one long
and dangerous road
I take a toke
and all my cares
go up in smoke
(Tommy Chong)
perdoem-me, eu passei cinco horas estudando semiologia.